Procurado,
o Ministério da Agricultura disse que o governo estuda a reivindicação dos
produtores e está prestes a publicar portaria estipulando preços mínimos para a
raiz e seus subprodutos. Além disso, o Conselho Interministerial de Estoques de
Alimentos deve anunciar em breve sua decisão quanto à possibilidade de o
governo comprar mandioca diretamente dos produtores para formar estoques.
Agência
Brasil.Assuntos especiais ligados à agricultura brasileira, nordestina e norte-rio-grandense!
terça-feira, 30 de junho de 2015
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Exportações do RN
As exportações feitas pelo Rio Grande do Norte durante o período de
janeiro a maio/2015 foram 7,8% menores que as do mesmo período do ano anterior.
Os produtos mais exportados foram: melão, tecidos de algodão, sal, peixes e
castanha-de-caju.
Ao comparar os dois períodos
verificamos que os produtos do agronegócio que tiveram exportações positivas e
negativas foram:
Exportações
do agronegócio do RN - Jan/mai de 2014 e 2015
Positivas|
Produto
|
Relação (%)
|
|
Melão
|
10,1
|
|
Mamão
|
22,2
|
|
Melancia
|
71,2
|
|
Outras
Frutas congeladas
|
13,2
|
Exportações
do agronegócio do RN - Jan/mai de 2014 e 2015
Negativas|
Produto
|
Relação (%)
|
|
Castanha-de-caju
|
-39,6
|
|
Banana
|
-88,6
|
|
Manga
|
-22,4
|
|
Outras
Frutas casca rija
|
-47,7
|
quarta-feira, 24 de junho de 2015
A Conab em Milão
"Conab apresenta experiência brasileira
em abastecimento na Expo Milão
As iniciativas brasileiras voltadas à segurança alimentar e ao abastecimento serão apresentadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no Pavilhão Brasil na Exposição Universal de Milão, a Expo Milão 2015. Com uma expectativa de produção de 204 milhões de toneladas de grãos para a safra 2014/2015, o Brasil tem papel fundamental no combate à fome do mundo.
Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o que fez com que o Brasil reduzisse, desde 2002, em 82,1% o número de subalimentados – saindo do Mapa Mundial da Fome – foram as políticas públicas adotadas.
Neste cenário, os levantamentos de dados agrícolas produzidos pela Companhia estão entre as principais ferramentas para a formulação das políticas públicas para o setor agrícola. “É preciso fornecer informações seguras, que deem credibilidade à tomada de decisões, tanto pelo Estado como pelo setor privado”, ressalta o presidente da Companhia, Rubens Rodrigues dos Santos.
Produtos da Sociobiodiversidade – Além das iniciativas voltadas à produção de grãos, a Conab levará à Expo Milão as ações de incentivo à produção e comercialização de produtos de agricultores familiares e de povos e comunidades tradicionais que respeitem a preservação ambiental.
Entre as ferramentas utilizadas estão o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), por meio do qual o governo federal compra a produção da agricultura familiar, por preços de referência baseados nos mercados regionais, até o limite de R$ 8 mil ao ano por família. Os alimentos são doados a instituições como escolas, asilos e hospitais.
A Companhia também utiliza a Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio), que tem como foco o pagamento de subvenções aos povos e comunidades tradicionais quando os produtos estão abaixo do preço mínimo. Atualmente, o governo federal oferece subvenção a 15 produtos do extrativismo.
“Este apoio possibilita que os produtores permaneçam no campo em condição de dignidade, além de incentivar a produção de produtos de diversas naturezas, como alimentares, fitoterápicos e cosméticos, a partir da preservação ambiental”, destaca Santos.
As iniciativas do governo federal operacionalizadas pela Conab serão apresentadas em um ciclo de debates promovido pela A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) até 25 de junho, no Pavilhão do Brasil. Consulte a programação completa do Brasil na Expo Milão em: http://www.brasilexpo2015.com"
em abastecimento na Expo Milão
As iniciativas brasileiras voltadas à segurança alimentar e ao abastecimento serão apresentadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no Pavilhão Brasil na Exposição Universal de Milão, a Expo Milão 2015. Com uma expectativa de produção de 204 milhões de toneladas de grãos para a safra 2014/2015, o Brasil tem papel fundamental no combate à fome do mundo.
Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o que fez com que o Brasil reduzisse, desde 2002, em 82,1% o número de subalimentados – saindo do Mapa Mundial da Fome – foram as políticas públicas adotadas.
Neste cenário, os levantamentos de dados agrícolas produzidos pela Companhia estão entre as principais ferramentas para a formulação das políticas públicas para o setor agrícola. “É preciso fornecer informações seguras, que deem credibilidade à tomada de decisões, tanto pelo Estado como pelo setor privado”, ressalta o presidente da Companhia, Rubens Rodrigues dos Santos.
Produtos da Sociobiodiversidade – Além das iniciativas voltadas à produção de grãos, a Conab levará à Expo Milão as ações de incentivo à produção e comercialização de produtos de agricultores familiares e de povos e comunidades tradicionais que respeitem a preservação ambiental.
Entre as ferramentas utilizadas estão o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), por meio do qual o governo federal compra a produção da agricultura familiar, por preços de referência baseados nos mercados regionais, até o limite de R$ 8 mil ao ano por família. Os alimentos são doados a instituições como escolas, asilos e hospitais.
A Companhia também utiliza a Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio), que tem como foco o pagamento de subvenções aos povos e comunidades tradicionais quando os produtos estão abaixo do preço mínimo. Atualmente, o governo federal oferece subvenção a 15 produtos do extrativismo.
“Este apoio possibilita que os produtores permaneçam no campo em condição de dignidade, além de incentivar a produção de produtos de diversas naturezas, como alimentares, fitoterápicos e cosméticos, a partir da preservação ambiental”, destaca Santos.
As iniciativas do governo federal operacionalizadas pela Conab serão apresentadas em um ciclo de debates promovido pela A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) até 25 de junho, no Pavilhão do Brasil. Consulte a programação completa do Brasil na Expo Milão em: http://www.brasilexpo2015.com"
terça-feira, 23 de junho de 2015
Novas taxas de juros para agricultura familiar
As Resoluções do Banco Central estabelecem
novas regras para efeito das taxas efetivas de juros e Proagro para as operações
de crédito da agricultura familiar para a safra 2015/2016.
Resolução 4416, 22/06/2015
No que se refere à Agricultura
Familiar (PGPAF) os encargos financeiros para as operações de crédito de
custeio passam a vigorar a partir de 01/07/2015:
|
LIMITE DA
OPERAÇÃO
|
ÍNDICE ANTERIOR
Safra 2014/2015
(%)
|
ÍNDICE ATUAL
Safra 2015/2016 (%)
|
|
Até R$ 10
mil
|
1,5
|
2,5
|
|
Acima de
R$10 mil até R$30 mil
|
3,0
|
4,5
|
|
Acima de
R$ 30 mil
|
3,5
|
5,5
|
Resolução 4418, 22/06/2015
PROAGRO (para PGPM e opcional para PGPAF):
4% para lavouras de sequeiro
2% para lavouras irrigadas
3% para lavouras localizadas no semiárido de atuação da Sudene.PROAGRO MAIS (para PGPAF):
3% para lavouras de sequeiro
2% para lavouras irrigadas e para aquelas situadas no semiárido de
atuação da Sudene.
Preços mínimos para produtos da biodiversidade
A Conab passa a divulgar a partir do mês de julho os preços mínimos oficiais da Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio). O objetivo é esclarecer os modelos operacionais de acesso à política e orientar os produtores rurais e extrativistas sobre as operações de subvenção diretamente nas regiões contempladas, por meio de encontros de capacitação, distribuição de materiais impressos e exposição de vídeo institucional. A ação será possível graças aos recursos disponibilizados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que destinou cerca de R$ 400 mil para a realização de um plano de ação, que engloba a produção de material promocional e visitas técnicas para levantamento de informações de mercado dos produtos extrativos.
A política atua em todo o território nacional e os principais estados que acessam a subvenção são Maranhão, Amazonas, Acre, Bahia, Ceará, Piauí, Amapá, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Minas Gerais e Tocantins. Entre os produtos incluídos estão açaí, piaçava, carnaúba, pequi, cacau e borracha extrativista.
No Rio Grande do Norte os extrativistas que produzem o pó cerífero da carnaúba e os produtores de mangaba e umbu também podem ter acesso ao programa.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Pecnordeste é destaque no Ceará
terça-feira, 16 de junho de 2015
Exportação brasileira de mel
Alimentos orgânicos IV
Para comercializar os alimentos orgânicos na feirinha, o agricultor sem certificação deverá apresentar um documento chamada Declaração de Cadastro, que demonstra que ele está cadastrado junto ao Ministério da Agricultura e que faz parte de um grupo que se responsabiliza por ele. Neste caso, somente o produtor rural, alguém da sua família ou de seu grupo pode estar na barraca, vendendo os alimentos. Essa Declaração deve ser apresentada sempre que o consumidor e a fiscalização pedirem.
Já os alimentos vendidos em mercados, supermercados e lojas, devem estampar o selo federal SisOrg em seus rótulos, sejam produtos nacional ou estrangeiros. Se o produto for vendido a granel deve ser identificado corretamente, por meio de cartaz, etiqueta ou outro meio.
Os restaurantes, lanchonetes e hotéis que servem comidas orgânicas - pratos com ingredientes orgânicos devem manter à disposição dos consumidores as listas dos ingredientes orgânicos e dos fornecedores destes produtos.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Importação e exportação de castanha-de-caju
As sucessivas estiagens
vêm prejudicando a produção de castanha-de-caju nos principais estados
produtores da Região Nordeste: Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. Esses
estados são responsáveis por mais de 80% da produção do País.
A cadeia
produtiva da cajucultura do Nordeste passa por sérias dificuldades por falta de
matéria-prima – castanha-de-caju e caju (pedúnculo). Por causa das frustrações
das safras as fábricas de processamento são obrigadas a reduzir o número de
funcionários, e outras foram fechadas, gerando prejuízos para a toda a cadeia.
Por conta disso, as
exportações de amêndoas de castanha-de-caju decrescem a cada ano. Em 2009 o
Brasil exportou 47.760 toneladas de amêndoas. Em 2014 exportamos apenas 17.023
toneladas. Esse cenário indica que o setor precisar mudar o modelo atual de
produção, avançando no cultivo por meio de irrigação.
AMÊNDOA DE CASTANHA-DE-CAJU
EXPORTAÇÕES
BRASILEIRASANO Quant. Valor
(t) US$1000FOB
1993: 31.170 119.896
1994: 23.079 109.200
1995: 31.977 147.236
1996: 36.222 167.508
1997: 36.349 156.917
1998: 31.882 142.575
1999: 24.101 142.124
2000: 33.588 165.059
2001 29.356 112.251
2002: 30.116 105.141
2003: 41.571 143.770
2004: 47.442 186.383
2005: 41.857 187.133
2006: 43.231 187.538
2007: 51.556 225.195
2008: 35.410 196.061
2009: 47.760 231.681
2010: 42.175 229.572
2011: 26.302 226.658
2012: 25.334 185.691
2013: 20.964 134.169
2014: 17.023 110.296
2015* 5.150 40.826
(*) janeiro a maio/2015Fonte: SECEX
CASTANHA DE CAJU IN NATURA
IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS
ANO Quant. Valor
(t) US$1000FOB
1999 9.655
8.248
2000 6.445 4.933
2008 9.467 6.898
2009 4.472 3.040
2011 43.698 57.393
2012 59.450 58.023
2013 42.176 29.446
2014 11.767 10.165
2015*10.156 9.901
(*) janeiro a maio/2015Fonte: SECEX
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